terça-feira, 28 de julho de 2009

O Obscuro Lado da Internet


Para você, o que essa imagem significa?

Muita coisa pode passar pela nossa cabeça, não acha?! Pode ser um retrato singular de um avô dando conselhos a uma neta; de um pai que afaga a filha... ou um adulto que babuja uma criança indefesa a fim de cometer atos “caligulescos”???

Cuidado pai... cuidado mãe... aliás, cuidado todos. Afinal, esse é um tema de cunho global. Refiro-me a pedofilia, aliciamento de menores se preferir. É amigos: a tecnologia avança e, infelizmente, com ela o “mal” pega carona. Claro que não vou radicalizar meu pensamento. A internet, esse fantástico meio de comunicação, nos traz muitos benefícios: estudar, jogar, escutar música... conhecer novas pessoas. E é aí que mora o perigo: conhecer novas pessoas. Se você tiver uma mente considerável sã, se você se considera “um cara ou uma cara” normal (se bem que isso é relativo), não há nada demais em fazer novas amizades do tipo “www”. Mas, como mentes sujas pairam no céu azul das cabeças, e, clichês à parte, nem tudo são flores, sempre haverá algum aproveitador, um “ser” que utiliza-se de diversas maneiras para saciar os seus desejos mais sombrios. E a internet – pobre internet – serve como ponte para tais atrocidades.

Danilo Gentilli, repórter o programa CQC (Custe o Que Custar), nos passa uma idéia de um cenário que muitas vezes nos esquecemos, mas está ali... bem ao alcance de qualquer um. E ao estilo Marcelo Tas, eu apresento: Vejam vocês a barbaridade , o absurdo que anda rondando as salas de bate papo on line em todo o país. E o pânico-man do Congresso, Danilo Gentili, nos mostra... olha só...


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A repercussão foi tanta que...



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Eles podem ser espertinhos, eles podem ser danadinhos, eles podem mostrar os pauzinhos... mas que eles não esqueçam: NÓS ESTAMOS ATRÁS...

Fiquem atentos... Fiquem de olho... Vamos acabar com esse absurdo.

Murilo Lélis

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA REGULAR DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NO PERÍODO DO INVERNO. POR QUE NÃO PARAR?


Muitos indivíduos que aproveitam o verão para se exercitar bastante seguem o lado contrário no inverno, onde se deixam relaxar. Moramos num país tropical, mais especificamente no nordeste, onde a estação considerada mais fria do ano não é, relativamente, tão rigorosa. Mas, no entanto, nos deparamos com pessoas que se deixam levar pela preguiça e acabam por não se manterem assíduas com a prática regular dos exercícios físicos.
Sabemos que, no inverno, as temperaturas mais baixas nos levam a ingerir alimentos mais ricos em calorias, o que dá uma sensação de normalização na temperatura corporal, mas ao mesmo tempo, acumulam-se as famosas “gordurinhas”, que chegam a incomodar muito no período do verão, por ser uma estação de uso de poucos trajes. Sabendo disso, fica um questionamento: Será que realmente vale a pena ser levado pela preguiça, parando as atividades no inverno e compensar a atividade no período do verão?
Uma vez interrompido um programa de exercícios físicos, se reduz também o condicionamento físico. Compensar todo o período que estava parado num curto espaço de tempo é uma atitude de alto risco. É importante lembrar que, sempre antes de se começar um programa deve-se realizar uma avaliação funcional, para que se possa planejar de uma forma coesa com a saúde do individuo. É perigoso até mesmo uma caminhada ou corrida sem esta avaliação, pois o coração triplica o bombeamento do sangue com o esforço físico, podendo causar até mesmo um infarto.
Além do coração, as articulações, principalmente os joelhos, podem sofrer também com a carga excessiva de atividades. Vale ressaltar que, nunca se deve realizar uma atividade física sem a presença de um profissional de Educação Física por perto, pois este tem a capacidade de planejar e acompanhar o individuo da forma mais correta, evitando, assim, lesões e sobrecargas de treino, o que trás saúde para os nossos clientes.
Portanto, não devemos parar de nos exercitar no período do inverno, para que não haja um retrocesso no condicionamento físico e adaptações neuromusculares. Manter-nos saudável só nos trará benefícios, como boas noites de sono, evita o estresse, melhora a circulação sanguínea, a flexibilidade, o humor e, esteticamente, sempre nos manteremos em boa forma.


Professor Rodrigo de Almeida Araújo
CREF: 04532 – G/BA
Graduado em Educação Física pela Faculdade Nobre de Feira de Santana/BA (FAN)
Pós graduando em Exercícios aplicados à reabilitação cardíaca e grupos especiais (UGF/RJ)
Pós graduando em Natação e atividades aquáticas (UGF/RJ)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Como seria o nosso dia-a-dia sem a escrita?

Alguma vez já perguntaram a você o que seria do mundo sem a escrita? Difícil de imaginar, né?! Pois bem... Para mim, em um mundo sem a escrita a comunicação seria ao estilo de Hanna e Barbera: um cartoon aqui, outro acolá... As pessoas virariam grandes artistas - pintores, diga-se de passagem - retratando um cotidiano com traços e contornos. Carteiros não existiríam, Mestres da grafia se tornaríam Mestres em desenho. Gramático? Dramático... Não existiriam Faculdades de Letras e nem Oficinas de Texto; Jornais seriam vistos como revistas em quadrinho; Siglas não teriam significado algum, livros não seriam lidos e, muito menos, esse texto seria entendido.

Já fez sua "leitura" de mundo hoje?

Murilo Lélis

"Erro sobre Erro"

"A pirâmide de classes sociais é também uma pirâmide de variedades linguísticas". É assim que Marcos Bagno, Professor da UnB, faz alusão ao preconceito linguístico impregnado na sociedade brasileira. Ao analisar essa situação, nota-se que a indiferença em relação às variantes linguísticas é fator cultural, social, e não oriunda de uma abordagem científica dos fenômenos da linguagem, já que, segundo M.B, "nenhuma ciência pode considerar a existência de erros em seu objeto de estudo".
Há um grande estigma pairando sobre os falantes que se encontram na base da pirâmide social: por serem menos favorecidos economicamente, têm que seguir o modelo pré-determinado pela classe dominante. É por esse motivo que o preconceito está inserido nesse contexto. Surge a idéia do "certo" e "errado", que, para muitos, é natural ; mas são construções culturais e ideológicas . A linguagem culta continua a servir de paradigma e as demais pessoas se vêem obrigadas a seguir essa tendência, pois foi criado um (pré?) conceito, milenar, que as pessoas cultas são, por consequência, educadas, honestas, pessoas boas; e quem não apresenta esse "título" é considerado o inverso dessas qualidades.
Enfim, há uma discussão em torno da Reforma Ortográfica - acordo para a unificação das ortografias de países falantes da Língua Portuguesa - que gera opiniões divergentes. Para o Professor, essa unificação será positiva porque "a ortografia deixará de ser brasileira ou portuguesa, e se tornará, de fato, uma ortografia lusófona, de todos os usuários do Português no mundo".
E você? O que acha? O Acordo vale a pena?


Murilo Lélis

terça-feira, 3 de março de 2009

Adubo, ou a sutil arte de escoar pelo ralo...

Uma crítica sobre a vida, a morte e o poder Divino


Ao menos uma vez na vida as pessoas já se indagaram sobre a morte. Há visões diferentes sobre esse determinado fato. Na verdade, as mesmas questões levantadas servem de base para essa nossa discussão: o que é a morte? Qual o seu verdadeiro significado? Ou, filosoficamente falando, o que seria da vida sem a morte?
Muitos acham que a sutil diferença entre o viver e o morrer está, apenas, no simples ato de viver e de morrer. Mas encontra-se muito além desse imaginário social. A diferença está na percepção em que cada ser-humano tem diante da supracitada situação, ou seja, a visão em que cada indivíduo tem sobre o fim da vida. O espetáculo teatral "Adubo, ou a sutil arte de escoar pelo ralo", do grupo brasiliense Tucan, oferecido pela rede SESC de intercâmbio e difusão das artes cênicas, proporciona alguma dessas visões a qual me refiro. O lirismo de um suicida, a filosofia funesta entre amigos em um boteco, a dor inconsolável de uma mãe que perde seu filho, e, até mesmo, a perplexidade de um cachorro chegando a um paraíso de flores amarelas são as óticas relatadas durante a peça.
Ao falar sobre a morte, surge outro questionamento, tão sublime quanto os primeiros: Existe vida após a morte? E, tacitamente, encontra-se outra dúvida: Deus existe? Onde Ele entra nessa história? A discussão sobre a existência de um ser supremo, criador de todo o universo, gera pensamentos antagônicos. Uns pensam que somos filhos do acaso; outros, que Deus nos criou a sua imagem e semelhança e traçou nosso propósito de vida antes mesmo de pensarmos em nascer (Pensamos antes de nascer?). Toda essa dualidade acabou gerando um preconceito entre os crentes (quem crê em algo) e o descrente (quem não crê). E, contraditoriamente, crentes e descrentes colocam o poder divino em xeque em determinadas situações. As perguntas são as mesmas: "Por que Deus permitiu isso? Por que Deus quis assim?".
Bem... isso, realmente, só Ele sabe. Ao falar sobre esse assunto tão misterioso e complexo nós despertamos para a vida. Quer saber se eu acredito em vida pós-morte? Digo: Sim! Lembra de Balu, o cachorrinho que morre no início do espetáculo? Ele acabou descobrindo que, de alguma forma inexplicável, existe vida após a morte. E que nessa nova "vida" também existe um Deus. Só que Esse tem um nome diferente: SOL.
E você? Em qual Deus acredita?


Murilo Lélis

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Entenda a Crise...

A economia norte-americana é, de longe, a mais poderosa do mundo. Seu Produto Interno Bruto (PIB), de 13,2 trilhões de dólares, representa 27% do PIB de todo o planeta, pelos números de 2006. Mas essa potência pode também causar intranqüilidade nos demais países, por causa do alto grau de endividamento que carrega.
Em 2007, uma forte crise atingiu a economia ianque, com o estouro da bolha imobiliária, relativa a hipotecas de alto risco, chamadas de subprime. Trata-se do seguinte: a partir de 2002, quando as taxas de juro estavam muito baixas (por volta de 1% ao ano), passaram a ser concedidos muitos empréstimos para compra de casas a pessoas que não tinham boa avaliação de crédito. Os compradores podiam pagar suas prestações durante certo tempo graças à pequena taxa de juro.
Bancos e empresas de crédito imobiliário começaram a lucrar muito, ao negociar títulos no mercado financeiro que tinham como garantia os empréstimos subprime. Os valores dos imóveis subiram, e as aplicações tornaram-se um ótimo negócio para os investidores. Essas operações ajudaram a impulsionar a economia norte-americana nos últimos seis anos.
A base, porém, era muito frágil. Bastou o rumo da economia mudar e as taxas básicas de juro ficarem mais altas para que os problemas surgissem. Para evitar a aceleração da inflação, o Federal Reserve (Fed) vinha elevando os juros desde 2004. Em agosto de 2007, a taxa básica de juros nos EUA já havia atingido o nível de 5,25% ao ano.
Como as hipotecas, em geral, acompanharam a subida dos juros, as prestações dos imóveis aumentaram de valor. Muitos compradores, então, deixaram de pagar suas parcelas. Quando as hipotecas começaram a ser executadas e os imóveis colocados à venda, aumentou a oferta, e o valor dos imóveis caiu. Os títulos com base nos empréstimos perderam valor rapidamente.
Houve uma reação em cadeia: muitos dos compradores ficaram sem o imóvel; os bancos e as financeiras, que deixaram de receber os pagamentos, ficaram incapacitados de conceder outros empréstimos; a construção de casas sofreu uma queda brutal. Toda a economia estadunidense sentiu os efeitos desse recuo econômico e, num círculo mais amplo, o próprio mercado mundial.
Para evitar uma ameaça de quebra de bolsas de valores, o Fed e os bancos centrais de outros países desenvolvidos injetaram, em agosto de 2007, 400 bilhões de dólares nas instituições financeiras. Em dezembro, Bush apresentou um pacote de medidas para enfrentar a crise, que prevê o congelamento por cinco anos das taxas de juro de financiamentos imobiliários de alto risco.
A grande discussão econômica nos EUA é saber se o país entrou ou vai entrar numa recessão. Tendo como base os indicadores recentes de emprego e de vendas no varejo, entre outros, a maioria dos bancos e dos economistas acredita que a recessão virá.

sábado, 21 de junho de 2008